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NEWS2020
  AD&C Número 7 / janeiro a abril de 2020
NEWS PT2020

A indústria portuguesa do têxtil e do vestuário está a disponibilizar as suas competências técnicas e até a capacidade produtiva para fabricar equipamentos de proteção individual e vestuário de trabalho, máscaras cirúrgicas, proteção para sapatos e batas, entre outros artigos, para os profissionais de saúde, como médicos e enfermeiros.
 
De acordo com César Araújo, o presidente da Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção (ANIVEC), as empresas do setor aderiram ao repto e disponibilizaram todos os seus ativos para colocarem ao serviço da saúde pública. “Portugal não pode depender de países terceiros" no fornecimento destes materiais, acrescenta o empresário.
 
Para perceber quais são as necessidades efetivas das equipas que estão no combate ao novo coronavírus, a ANIVEC mantém-se em contacto com os organismos governamentais, contando ainda com o apoio da CITEVE - Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e Vestuário de Portugal, de forma a cumprir os requisitos exigidos para a produção de material técnico de saúde.
 
O representante associativo frisou ainda que "a fileira têxtil e vestuário nacional tem capacidades técnicas inigualáveis no mundo e não poderia, num momento difícil como o atual, deixar de contribuir, dentro das possibilidades, para este combate que é de todos".

 

 

 

A Riopele, Polopique, Calvelex, Lameirinho e Paulo de Oliveira, detêm valências de toda a fileira, dos fios aos têxteis-lar, passando pelos tecidos e confeção de vestuário, e foram as primeiras a aceitar o desafio da ANIVEC. Uniram esforços e produziram um lote inicial de 200 batas que foram oferecidas ao Hospital de Guimarães, no dia 20 de março.

 

José Alexandre Oliveira, Presidente da Riopele, garante que "vamos continuar a trabalhar em parceria e a dar seguimento aos pedidos que recebemos, atendendo aos valores da solidariedade e do interesse nacional."

 

As cinco empresas já alocaram os seus recursos técnicos, produtivos e financeiros para produzir equipamentos de proteção individual, que serão disponibilizados aos hospitais do Sistema Nacional de Saúde, seguindo-se a produção de mais batas, máscaras e fardas.

 
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